Gerson Vianna

Mais um duro golpe na democracia do Vasco

Já não bastasse o colégio eleitoral não confirmar o resultado da Assembléia Geral que escolheu Julio Brant para presidente do Vasco da Gama, no último dia 09, a comissão de reforma do estatuto apresentou uma proposta anti-popular ao propor a manutenção do voto indireto para presidente do Vasco e aumento do número de conselheiros de 300 para 360. Estes temas estão na contra-mão do que desejam os vascaínos.

Os vascaínos querem ter voz, ou seja, escolher o representante para gerir o seu clube do coração. Isto vem sendo declarado há tempo pelos vascaínos em geral que decidiram, recentemente, deflagrar uma campanha maciça pelo voto direto nas redes sociais. Mas os conselheiros da situação e os do ex-presidente – unidos – defendem proposta que sugere o fechamento do Clube, a concentração e manutenção do poder. Se comportam como se fossem donos do Clube.

Como vascaíno defenderei, principalmente, o voto direto. Farei o que estiver ao meu alcance para impedir mais este duro golpe na democracia vascaína.

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